-Beem Viindoos Galera !!! *-*

Geente o Blog não é só paraa usoo escoolar, neele também voou poostar váriias coisas interresantes que não sejam somente para professores,alunos e etc...
Espeeroo que goostem muitoo *------*


segunda-feira, 4 de julho de 2011

MAPA CONCEITUAL DE FILOSOFIA - 2 ° BIMESTRE.

TIPOS DE SOCIEDADES (SOCIOLOGIA) - 2° BIMESTRE



Sociedade Civil:
Se refere à totalidade das organizações e instituições cívicas voluntárias que formam a base de uma sociedade em funcionamento, por oposição as estruturas apoiadas pela força de um estado.
Nos dias de hoje, o termo sociedade civil é freqüentemente utilizado por críticos e ativistas como uma referência às fontes de resistência ao domínio da vida social que devem ser protegidas da globalização. Isto ocorre porque ela é vista como atuando além das fronteiras e através de diferentes territórios.
Sociedade Agrária:
 Possuíam grandes partes de terras, eram desenvolvidos e divididos em camadas sociais. Nesta sociedade não existiam a propriedade privada, todas as terras pertenciam ao Estado, onde controlavam a produção das aldeias, coordenando ou não as construções de importantes obras. As sociedades agrárias por terem desenvolvidos o avanço, eles dominaram as comunidades vizinhas, onde cobravam tributos e serviços.
Sociedade Industrial:
 É o processo socioeconômico que visa transformar uma área da sociedade inicialmente retrógrada em uma fonte de maior riqueza e lucro. Por meio da implantação de um maquinário próprio em indústrias de todos e quaisquer tipos, o qual substitui algumas funções antes exercidas pelo homem, muitas vezes produzindo mais do que esses, o processo de industrialização impulsiona uma gradual urbanização e crescimento demográfico na região em que ocorre. Suas principais características são: grande aumento na divisão de trabalho, grandes progressos em produtividade industrial e agrícola e crescimento rápido da renda per capita, da classe média e do padrão de consumo.
Sociedade de massa: A partir dos anos 60, o termo sociedade de massa é caracterizado para definir uma sociedade trabalhada e desenvolvida pelas tecnologias da informação e da comunicação. Antes era um termo que gerava controvérsia entre a discussão a respeito da natureza das coisas e da modernidade da mídia.
Sociedade da Informação:
 É um termo - também chamado de Sociedade do Conhecimento ou Nova Economia - que surgiu no fim do Século XX, com origem no termo globalização. Este tipo de sociedade encontra-se em processo de formação e expansão.
A sociedade não é um elemento estático, muito pelo contrário está em constante mutação e como tal, a sociedade contemporânea está inserida num processo de mudança em que as novas tecnologias são as principais responsáveis. Alguns autores identificam um novo paradigma de sociedade que se baseia num bem precioso, a informação, atribuindo-lhe várias designações, entre elas a Sociedade da Informação.
Sociedade Pós-Industrial:
 No contexto da evolução sociocultural, é o nome proposto para uma economia que passou por uma série de mudanças específicas, após o processo de industrialização. A sociedade pós-industrial formada por três esferas distintas social, política e cultural, onde o axial principal é a tecnologia tem como principal atividade o processamento de informação com base nas Telecomunicações e computação e tem como princípios o valor - conhecimento em contraponto com o valor - trabalho da era industrial.


MAPA CONCEITUAL DE SOCIOLOGIA - 2 ° BIMESTRE.

SOCIOLOGIA - 2° BIMESTRE.

Sociedade Agrária
As sociedades agrárias caracterizam-se por sua conformassem em forma de unidades relativamente iguais entre si, fechadas ao exterior (ainda que usualmente prontas a receber pessoas sem grupo de pertence), baseadas em laços de parentesco (não necessariamentebiológico, senão definido como os que compartilham a vida comunal e pertencem à trama de laços sociais definidos nestes termos), que podem ou não ser submetidas a extração de excedentes por parte de um Estado.
Nas sociedades agrárias aumentou o nível de complexidade e desigualdade social com respeito às prévias formaçõesnómadas. Esta tendência à diferenciassem de seus membros entre si, com base em desiguais capacidades de labore e qualidade diferenciada da terra apropriada, estava estimulada ademais pelos contínuos avanços tecnológicos, que permitiam ter um maior controle sobre a natureza e dariam pé a um maior grau de variabilidade nas formas de organização social.

Sistemas agrícolas

Existem dois tipos, o intensivo e o extensivo.
A agricultura comercial visa à produção de renda financeira através da produção de plantas e animais que são demandados no mercado. Utiliza o sistema intensivo, com a utilização de máquinas e fertilizantes, tem uma tecnologiade ponta, acarretando em altos índices de produtividade.
A agricultura de subsistência é aquela que produz alimento suficiente para as necessidades do proprietário da terra, e sua família. Utiliza o sistema extensivo, com técnicas comoqueimada, utiliza a mão-de-obra, acarretando em um baixo índice de produtividade.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Atividades de Filosofia [2° bimestre]

Pré socraticos

Filósofos pré-socráticos é o nome pelo qual são conhecidos aqueles filósofos da Grécia Antiga que, como sugere o nome, antecederam a Sócrates. Essa divisão propriamente, se dá mais devido ao objeto de sua filosofia, em relação à novidade introduzida por Platão, do que à cronologia - visto que, temporalmente, alguns dos ditos pré-socráticos são contemporâneos a Sócrates, ou mesmo posteriores a ele (como no caso de alguns sofistas).
Primeiramente, os pré-socráticos, também chamados naturalistas ou filósofos da physis (natureza - entendendo-se este termo não em seu sentido corriqueiro, mas como realidade primeira, originária e fundamental¹, ou o que é primário,fundamental e persistente, em oposição ao que é secundário, derivado e transitório²), tinham como escopo especulativo o problema cosmológico, ou cosmo-ontológico, e buscavam o princípio (ou arché) das coisas.
Posteriormente, com a questão do princípio fundamental único entrando em crise, surge a sofística, e o foco muda do cosmo para o homem e o problema moral.
Os principais filósofos pré-socráticos (e suas escolas) foram:
  • Escola Jônica: Tales de Mileto, Anaximenes de Mileto, Anaximandro de Mileto e Heráclito de Éfeso;
  • Escola Itálica: Pitágoras de Samos, Filolau de Crotona e Árquitas de Tarento;
  • Escola Eleata: Xenófanes, Parmênides de Eléia, Zenão de Eléia e Melisso de Samos.
  • Escola da Pluralidade: Empédocles de Agrigento, Anaxágoras de Clazômena, Leucipo de Abdera e Demócrito de Abdera

------------------------------------------------------------------
Tales de Mileto.

Tales foi um dos filósofos que acreditava que as coisas têm por trás de si um princípio físico, material, chamado arché. Para Tales, o arché seria a água. Tales observou que o calor necessita de água, que o morto resseca, que a natureza é úmida, que os germens são úmidos, que os alimentos contêm seiva, e concluiu que o princípio de tudo era a água. Com essa afirmação deduz-se que a existência singular não possui autonomia alguma, apenas algo acidental, uma modificação. A existência singular é passageira, modifica-se. A água é um momento no todo em geral, um elemento. Tales com essa afirmação queria descobrir um elemento físico que fosse constante em todas as coisas. Algo que fosse o princípio unificador de todos os seres.
-------------------------------------------------------------
Anaximenes de

O terceiro filósofo de Mileto foi Anaxímenes (c. 570—526 a.C.). Ele pensava que a origem de todas as coisas teria de ser o ar ou o vapor. Anaxímenes conhecia, claro, a teoria da água de Tales. Mas de onde vem a água? Anaxímenes acreditava que a água seria ar condensado. Acreditava também que o fogo seria ar rarefeito. De acordo com Anaxímenes, por conseguinte, o ar("pneuma") constituiria a origem da terra, da água e do fogo. Conclusão - Os três filósofos milésios acreditavam na existência de uma substância básica única, que seria a origem de todas as coisas. No entanto, isso deixava sem solução o problema da mudança. Como poderia uma substância se transformar repentinamente em outra coisa? A partir de cerca de 500 a.C., quem se interessou por essa questão foi um grupo de filósofos da colônia grega de Eléia, no sul da Itália, por isso conhecidos como eleatas.

-------------------------------------------------------------------

Parmênides de Eléia

O mais importante dos filósofos eleatas foi Parmênides (c. 530-460 a.C.).
“Nada nasce do nada e nada do que existe se transforma em nada”. Com isso quis dizer que “tudo o que existe sempre existiu”.
Sobre as transformações que se pode observar na natureza: ”Achava que não seriam mudanças reais”. De acordo com ele, nenhum objeto poderia se transformar em algo diferente do que era.

--------------------------------------------------------------------

Heráclito

Um contemporâneo de Parmênides foi Heráclito (c. 540-476 a.C.), que era de Éfeso, na Ásia Menor. Heráclito propunha que a matéria básica do Universo seria o fogo. Pensava também que a mudança constante, ou o fluxo, seria a característica mais elementar da Natureza. Podemos talvez dizer que Heráclito acreditava mais do que Parmênides naquilo que percebia. Tudo flui, disse Heráclito. Tudo está em fluxo e movimento constante, nada permanece. Por conseguinte, “não entramos duas vezes no mesmo rio”. Quando entro no rio pela segunda vez, nem eu nem o rio somos os mesmos.

--------------------------------------------------------------------

Empédocles

Ele achava que os dois estavam certos:
  • 1. A água não poderia, evidentemente, transformar um peixe em uma borboleta. Com efeito, a água não pode mudar. Água pura irá continuar sendo água pura. Por isso, Parmênides estava certo ao sustentar que “nada muda”.
  • 2. Mas, ao mesmo tempo, Heráclito também estava certo em achar que devemos confiar em nossos sentidos. Devemos acreditar naquilo o que precisava ser rejeitado era a idéia de uma substância básica única. Nem a água nem o ar sozinhos podem se transformar em uma roseira ou uma borboleta. Não é possível que a fonte da Natureza seja um único “elemento”. Empédocles acreditava que a Natureza consistiria em quatro elementos, ou “raízes”, como os denominou. Essas quatro raízes seriam a terra, o ar, o fogo e a água.
--------------------------------------------------------------------

Demócrito e a Teoria Atômica

Para Demócrito, as transformações que se pode observar na natureza não significavam que algo realmente se transformava. Ele acreditava que todas as coisas eram formadas por uma infinidade de "pedrinhas minúsculas, invisíveis, cada uma delas sendo eterna, imutável e indivisível". A estas unidades mínimas deu o nome de ÁTOMOS. Átomo significa indivisível, cada coisa que existe é formada por uma infinidade dessas unidades indivisíveis. "Isto porque se os átomos também fossem passíveis de desintegração e pudessem ser divididas em unidades ainda menores, a natureza acabaria por diluir-se totalmente". Exemplo: se um corpo – de uma árvore ou animal, morre e se decompõe, seus átomos se espalham e podem ser reaproveitados para dar origem a outros corpos.

 ---------------------------------------------------------

Pitágoras de Samos


Pitágoras, o fundador da Escola Pitagórica, nasceu em Samos pelos anos 571-70 a.C. Em 532-31 foi para a Itália, na Magna Grécia, e fundou em Crotona, colônia grega, uma associação metafísico-científico-ético-política, que foi o centro de irradiação da escola e encontrou partidários entre os gregos da Itália meridional e da Sicília. Pitágoras aspirava - e também conseguiu - a fazer com que a educação ética da escola se ampliasse e se tornasse reforma política; isto, porém, levantou oposições contra ele e foi constrangido a deixar Crotona, mudando-se para Metaponto, aí morrendo provavelmente em 497-96 a.C. Um dos principais herdeiros foi o filósofo grego Platão.

terça-feira, 3 de maio de 2011

SER CRIANÇA.


Ser criança é achar que o mundo é feito de fantasias, sorrisos e brincadeiras.

Ser criançaé comer algodão doce,sem se lambuzar.
Ser criança é acreditar nun mundo cor de rosa 

Ser criança é olhar e não ver o perigo.
Ser criança é sorrir e fazer sorrir. ;Dr



O RELÓGIO

Tempos felizes,
Tempos remotos,
Você e eu,
Paixão, furor uterino!
Tic-tac, tic-tac, tic-tac...
Passado ainda presente.
Lembranças, vivências…
Perdidas? Não. Latentes...
Sentidas na alma!
Tic-tac, tic-tac, tic-tac...
No corpo e na mente
Marcas que o tempo não esconde
Manhã, tarde, noite,
Repetidamente!
Tic-tac, tic-tac, tic-tac...
Passam-se os segundos,
Minutos, horas, dias.
Eu a esperar por você,
Você a esperar por mim!
E nesta espera infinita,
Enquanto tudo se move,
Imóvel, o relógio marca,
O tempo dos sonhos perdidos!


©Maria Goreti Rocha